Renato Guanabara Leal, Desembargador do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), Procurador e ex-presidente da APDF tem artigo publicado no Correio Braziliense

A importância do voto

O sufrágio universal é uma das maiores conquistas da história recente. Na Roma Antiga, somente patrícios podiam votar as propostas de lei. Mulheres e plebeus não tinham direito a opinar nas decisões estatais. No Brasil, mesmo após a Proclamação da República, em 1889, só homens com mais de 21 anos e alfabetizados tinham direito ao voto. Analfabetos, mulheres, clérigos, indígenas e militares (praças) não podiam participar da democracia.

Com o passar do tempo, o sistema eleitoral brasileiro se aperfeiçoou, até chegarmos à situação atual de voto universal — ou seja, todos os brasileiros, natos ou naturalizados, com mais de 16 anos, independentemente de gênero, raça ou renda, podem exercer o direito de votar.

O exercício do poder político ativo é o grande pilar de nossa democracia. É a verdadeira expressão de liberdade do cidadão e de toda a população. Entretanto, votar, além de ser um direito, também é uma grande responsabilidade. É certo que, muitas vezes, o descontentamento gera nas pessoas o desejo de se abster, de não querer votar ou mesmo de votar em branco ou nulo.

Todavia, para buscar um aprimoramento de nossa sociedade, mais acertada é a ideia de buscar fazer a melhor escolha possível entre os candidatos, estudando e refletindo sobre a proposta de plano de ação de cada um deles, pois essa decisão individual de cada cidadão se refletirá diretamente no futuro de todos.

Por essa razão se evidencia tão importante que todos os cidadãos brasileiros compareçam às urnas nas eleições gerais de 2022 e consagrem a melhor escolha. Os representantes eleitos, tanto do Poder Executivo quanto do Legislativo, serão os responsáveis pelo destino de nossas unidades federadas e de nosso país nos próximos quatro anos.

Fonte: Correio Braziliense

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